Notícias

ALUNOS DO CEd07 QUE PASSARAM NO VESTIBULAR

No ano de 2010, a nossa escola tinha 03 turmas de 3º anos. Abaixo a listagem dos alunos que passaram no Vestibular.

PARABÉNS A TODOS PELA CONQUISTA E SUCESSO NESTA NOVA JORNADA!!

ALUNO QUE PASSARAM NO VESTIBULAR DE DEZEMBRO/10 A FEVEREIRO/11 





ITEM NOME FACULDADE/UNIVERSIDADE CURSO BOLSISTA
1 Barbara Hellen da Silva Silvestre de Paiva Católica e Projeção  Direito 
2 Danielle Viana Cavalcante LS Enfermagem
3 Edivânia Coelho Mota LS Infermagem
4 Evérton Luís Galvão de Macedo Cardoso IESB Direito
5 Felipe Diniz Verdasca Católica Direito Bolsa Atleta
6 Gustavo César de Oliveira Costa Católica Sist. Inform.
7 Hércules Silva Nunes - concluinte 2010 UnB Eng.  Computação 
8 Iara Souza de Araújo Projeção Direito PROUNI
10 Iarle Souza de Araújo LS Enfermagem 
11 Jaqueline Rodrigues Teodoro FACITEC Jornalismo
12 Jean Carlos de Oliveira Nunes Católica Letras 
13 Jessika Vinhal de Oliveira FAC. ANHANGUERA C. Biológicas
14 Marcos Daniel Alixandre de Barros Uniceub C/Computação
15 Marcos Vinicius David de Barros FAC.ANHANGUERA Ed. Física PROUNI
16 Marianny da Silva Trindade UDF Eng. Civil
17 Micael Ferreira Fernandes - concluiu em 2009 UnB Engenharia
18 Pedro Henrique Fernandes Barros de Oliveira FAJESU Administração
19 Rafael Mesquita Nunes FAC. ANHANGUERA Ténc. Da Informação
20 Rayan Augusto Marques Católica C. Biológicas Enem
21 Talita Regina Cotrin de Castro FAJESU Pedagogia 50%
22 Taun Alencar de Sousa  Católica Tec. Infor.    
23 Victor Gabriel Silva de Assis UDF Engenharia Civil
24 Walker Alves Bonfim Católica C/Computação
25 Wendel de Freitas Pereira PROJEÇÃO Ciências Contabéis
26 Yolanda do Rosário de Oliveira FACITEC Direito

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário*

Prof. Dr. Cássio Tomaim
Departamento de Ciências da Comunicação
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors

Este guia foi pensado exclusivamente para atender às necessidades da disciplina Laboratório de Telejornalismo III, do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/Cesnors), que tem como objetivo a realização de um vídeo documentário. 


Introdução

Qualquer projeto de documentário começa com uma boa e ampla pesquisa sobre o assunto a ser abordado. As idéias para um documentário só começam a ganhar corpo quando são colocadas no papel. Por isto a importância do documentarista elaborar com cuidado o seu projeto, pois é nele que toda a equipe irá se apoiar na hora da produção. É nele que estarão informações sobre a idéia do vídeo, como iremos usar a(s) câmera(s) e equipamentos em geral, quem são nossos personagens sociais, o que eles têm a ver com a história que iremos contar, como pretendemos nos relacionar com estes personagens etc. Por fim, são estas e outras tantas questões que irão nos ajudar a formatar o nosso documentário.


Projetando um documentário

Então, um projeto de documentário deve conter os seguintes itens:

1. Sinopse

Deve ser descrita a idéia original do vídeo, aquela que irá ser traduzida em um projeto audiovisual. Do que se trata o documentário? O que será abordado? Veja que a preocupação é descrever do que se trata o documentário e não como será abordado pelo diretor. Isto é em outro item. Por exemplo, o filme Tiros em Columbine , de Michael Moore, retrata o fascínio que os norte-americanos têm por armas de fogo, tendo como gancho o atentado no colégio Columbine em que dois adolescentes assassinaram 14 estudantes e um professor. No máximo 6 linhas.


2. Argumento

É a apresentação da temática que será tratada no documentário. É o espaço que o roteirista tem para apresentar os principais dados levantados pela pesquisa em relação ao tema proposto. É a hora de defender a idéia do documentário, dar argumentos (históricos, sociais, econômicos, culturais, políticos etc) que justifiquem a importância de transformar aquele tema em um produto audiovisual. No máximo 1 página.


3. A Proposta

Descrever a proposta formal do vídeo. Que documentário estamos propondo? Veja que não se trata de apresentar o tema ou a sua importância, isto já foi feito nos itens anteriores, é preciso que agora o roteirista trabalhe a idéia do documentário. A quê este documentário se pretende? Quais os objetivos com este documentário em relação à temática abordada? Mostrar, discutir, debater, focalizar, explorar, promover, questionar, etc. são algumas das palavras-chaves que nos ajudam na hora de escrever a proposta. Sempre existe um por quê  em fazer um documentário. Qual é o seu? Em geral, o que motiva um documentarista é a oportunidade de conhecer, de ter um contato com uma realidade diferente da sua. É deste contato com o outro que nasce o documentário. Então, cabe ao roteirista traduzir as intenções do diretor com a realização do documentário. No máximo 1 página.

Para exemplificar podemos citar o filme Babilônia 2000, de Eduardo Coutinho. O diretor e sua equipe sobem o morro Babilônia, no Rio de Janeiro, com a proposta de registrar o cotidiano de alguns moradores do local na véspera da virada do ano 1999/2000. O documentário procura mostrar que, apesar daquelas pessoas humildes se envolverem com o festejo da virada do século, este rito de passagem muda muito pouco a vida delas. O filme busca uma resposta a pergunta: o que estas pessoas podem esperar do novo século que se inicia?

Neste item, o roteirista pode apontar documentários ou outras referências que se assemelham a proposta evidenciada.


4. Descrição do(s) Objeto(s)

Se fazer documentário é objetivar a realidade, isto nos leva a definir qual(is) o(s) nosso(s) objeto(s) que merece(m) ser retratado(s). Neste caso, os objetos para um documentário podem ser personagens sociais, materiais de arquivo, manifestações da natureza e etc. Entretanto, é preciso que fique claro ao documentarista que nem sempre ao lidar com seus objetos implica em um grau zero de subjetividade, pelo contrário, pois o próprio fazer cinematográfico implica na existência de um sujeito-da-câmera, em um olhar subjetivo diante da realidade. Até mesmo lidando apenas com materiais de arquivo, na hora da seleção e montagem o olhar subjetivo prevalece, uma vez que o documentário é uma obra criativa, inventiva e interpretativa da realidade que sempre irá pressupor um sujeito.

Neste sentido, é preciso que o roteirista descreva o(s) seu(s) objeto(s). Procurar evidenciar quem são, qual a importância destes para o filme, qual a relação destes com a temática. No máximo 5 linhas para cada objeto apontado. 

No entanto, é preciso que se saiba que os personagens apontados devem ser aqueles que aceitaram participar do filme em um acordo firmado com a equipe de produção do documentário na época da pesquisa. Se caso o documentário for baseado em “povo-fala” não haverá como descrever cada personagem, cabe ao roteirista apenas apontar o lugar onde será realizado o “povo-fala” e que tipos de personagens sociais serão priorizados.


5. Abordagem

Trata-se de apresentar o como do documentário. Escolhido(s) o(s) objeto(s) é preciso agora definir de maneira clara, dentro da proposta fílmica, como o documentarista irá se relacionar com cada um deles. É ideal que se comece esclarecendo que tipo de documentário será realizado: objetivo, poético, participativo, observativo etc. Isto diz muito em relação à postura que irá ser adotada pelo documentarista e sua equipe. Por exemplo, se o filme terá uma abordagem observativa, aos moldes do cinema direto, implica que o diretor e sua equipe (em geral, reduzida) irão procurar observar os personagens sem interferirem na realidade; com uma “câmera na mão” (ou no ombro) os realizadores buscarão ser incorporados no cotidiano dos personagens para que este seja capturado com mais naturalidade.

É aqui o espaço para o roteirista descrever sobre as modalidades de entrevistas, as modalidades de comportamento da câmera com os personagens sociais, as intervenções do diretor (se houver), como se dará as reconstituições ficcionais (com uso de personagens sociais ou atores profissionais?), se fará uso de voz-over (ou OFF), como serão utilizados os materiais de arquivos (sonoros, iconográficos ou audiovisuais).

Para cada estratégia de abordagem do documentário é necessário uma justificativa coerente com a proposta apresentada. Por exemplo, se for utilizar um determinado depoimento de um dos personagens sociais em um estúdio para distingui-lo dos demais que foram captados em externas (ruas, praças etc) é preciso que fique claro os motivos disto, quais as intenções desta escolha. Para cada apresentação e justificativa das abordagens no máximo 15 linhas. 


6. Estrutura

Quando se produz um documentário, depois de superadas as fases de pesquisa e planejamento, é preciso que o diretor e a equipe sejam capazes de visualizar o filme. Que todos tenham em mente o documentário decupado em suas diversas sequências. Para tal, se faz necessário que no projeto seja apresentado uma estrutura do filme. Não se trata do roteiro finalizado, isto é uma outra etapa. O que se pretende é que, a partir das estratégias de abordagem do documentário, o roteirista seja capaz de criar uma linha estrutural para o filme. Por exemplo: a nossa história começa com cenas de uma câmera de vigilância que registra a entrada de uma equipe de filmagem no prédio; corta para cenas desta equipe entrando em um elevador; cena da produtora batendo em uma porta de um dos apartamentos; corta para cenas de depoimentos de alguns moradores que falam sobre o passado do Edifício Master. É mais ou menos assim a estrutura inicial do documentário Edifício Master de Eduardo Coutinho.


7. Cronograma de Produção

Por fim, todo projeto de documentário necessita de um cronograma de produção para que seja garantido que todas as etapas serão cumpridas. Isto demonstra que o planejamento é uma tarefa imprescindível na realização de um produto audiovisual. Deve-se incluir neste cronograma (quando houver): captação de internas e externas, captação de depoimentos, gravação de locução, edição, confecção de arte final (desenhos, animações, vinhetas) e trilhas sonoras ou músicas, etc.

No caso dos projetos de documentários da disciplina Laboratório de Telejornalismo III, a finalização do vídeo e a entrega em suporte DVD devem estar condicionadas ao cronograma da disciplina, apresentado pelo professor.


* Este Guia foi inspirado nas orientações para submissão de projetos de documentários dos editais do DOCTV.

PRODUÇÃO DE JOGOS VIRTUAIS- BIOLOGIA E QUÍMICA

Introdução ao Game MakerO Game Maker foi criado or Mark Overmars e distribuído pela YoYo Games. Com o nome inicial de Animo, pois era voltado para a animação. Só que, como os utilizadores do Animo gostavam de criar jogos nele, o Mark Overmars mudou seu nome para Game Maker.
Levando para os casos atuais, o Game Maker é desprezado por alguns por parecer difícil mexer... Até eu que estou fazendo esse tuto desprezava o Game Maker e partia para o MMF fazer jogos.
O GM faz jogos de QUALQUER TIPO, desde 3D até 2D. Ele usa uma linguagem própria, o GML, Game Maker Language.

http://youtu.be/tqlvVbxSaW0

CLICK NO LINK acima, um videotutorial, para intenderem a interface visualmente do gamemaker...

Pastas:

Sprites: Onde se adciona as imagems e frames de movimento para serem uzados no game...(Essencial).

Sounds: Onde se adciona efeitos de sons e trilha sonora ao game...(Essencial).

Backgrounds: Onde se adciona scenarios e fundo...( Essencial).

Paths: Função para movimentação automatica de algum objeto( Usado se quizer ).

Scripts:Onde se adciona Códigos puros que criam funções ilimitadas...( Essencial Mas ocasional).

Fonts: Onde se adciona tipos de fonte que é utilizado para escrever textos nos jogos(Essencial)

TimeLines: Adcionão fração de tempo mas da para fazer isso nos objetos portanto é inutil e seu uso não é nem um pouco preciso para criação de games no gamemaker (Inutil)

Objetos: Onde se adcionam os objetos, sem os objetos não da para montar o jogo, por exemplo você cria dois objetos: o objeto inimigo e o objeto personagem, eles são essenciais para o jogo ter controle, e é com os sprites que se cria os objetos.(Super Essencial)

Rooms: Onde se adciona As Salas de montagem do jogo élas são os fatores principaispara a montagem das fazes do menu e etc...(Principal).

Bem vocês sigam passo a passo do video, logo logo passarei um tuto de como fazer as coisas mesmo que ja tenha no video, e o terceiro tuto vou ensinar a programar... até lá, e obrigado...

ORIENTAÇÕES PARA O CURTA-METRAGEM DE BIOLOGIA E QUÍMCA

       PROJETO  CURTAS- 2º bimestre /2011
2º anos
PRODUÇÃO DE CURTA-METRAGEM do CEd 7 de Taguatinga
TEMÁTICA ENERGIA NUCLEAR E RADIAÇÃO
*Disciplinas envolvidas: Biologia, Química

Data limite para a entrega do DVD à coordenação, impreterivelmente dia 27/06/2011(2ª feira).
Esta atividade será realizada pela turma e consiste na produção vídeos de curta duração, entre 30 segundos e cinco minutos exclusivamente sobre o tema estabelecido por cada turma, conforme listados abaixo:
Poderão participar vídeos de curta duração inéditos em qualquer mídia, gravados exclusivamente com tecnologia digital, ou seja, câmeras de telefones celulares, câmeras fotográficas digitais, "webcams" ou câmeras mini-dv e com no máximo 40 megabites de tamanho.
Os arquivos contendo os filmes devem estar em um dos formatos a seguir: AVI, MPEG4 e WMV; com resolução mínima de 320x240 pixels e máxima de 1064x780. O tamanho de cada um dos arquivos não deve ultrapassar 40 Megabites.
Não há restrição quanto aos gêneros dos filmes. Podem ser inscritas obras documentais, ficcionais, experimentais, dentre outras, desde que estejam dentro dos limites de tempo/ tamanho/ resolução e em acordo com a temática proposta.
O filme deverá ser um DOCUMENTÁRIO  de acordo com o tema proposto.
Não serão aceitos filmes que estejam em desacordo com os requisitos definidos nessas orientações.
Entende-se que:
- O Vídeo de curta duração é aquele com duração entre 30 segundos e 5 minutos.
- Vídeo inédito é aquele que nunca tenha sido objeto de publicação ou exibição.
-  Obra Original é aquela autêntica, nova, não copiada nem adaptada de outra obra já existente e que possui caráter próprio.
No dia 27/06/2011  deverão ser entregues à coordenação 2 DVD´s com a gravação do vídeo da turma e o roteiro com referencial bibliográfico.

  • Na avaliação da atividade serão observados:
ü  Abrangência do tema de cada disciplina abordado, clareza; originalidade,
ü  Criatividade; organização; responsabilidade
ü  Coerência; evidência de pesquisa sobre o tema.
ü  Citação da fonte quando da utilização de recurso de outros autores,
ü  Compromisso e preocupação com a qualidade final do filme.
ü  Roteiro, duração do filme.
ü  Presença dos alunos do respectivo filme.



IntegraCine7 - 06/06/2011(2ªfeira)



I OLIMPITECA


Cada escola poderá participar com até 3 equipes de 5 alunos cada. O evento para cada equipe será em uma única tarde de competições e as inscrições serão gratuitas no site: http://wikiteca.iesb.br.

DINÂMICA DO EVENTO:
As equipes participantes irão resolver problemas divertidos de matemática e física, participar de um jogo eletrônico, escrever um artigo relacionado a tecnologias usadas no dia-a-dia das pessoas, montar um equipamento eletromagnético, conhecer os principais laboratórios de engenharia e de outros cursos e também participar de diversos jogos de habilidade e lógica.

PREMIAÇÃO:
As cinco primeiras equipes colocadas receberão prêmios em troféus e bolsas de estudo para cursar estudos de engenharia ou ciência da computação no IESB.

Segue anexo o e-mail marketing e o regulamento do evento, enviaremos também cartazes na certeza de podermos mais uma vez contar com o seu apoio para divulgação entre os alunos.

 Informações:

Ana Carolina Alarcão
Analista de Marketing
(61) 3448-9812// 8542-3974

Cronograma da Avaliação Mensal do 2º bimestre

AVALIAÇÕES DO 2º BIMESTRE/2011
03/06/2011
Das 9h 45min às 11h45min
Turma
Alunos
Número
Sala
1 A
1-20
B1
21-41
B2
1B
1-20
B3
21-41
B4
1C
1-21
B5
22-42
C1
1D
1-20
C2
21-42
C3
1E
1-20
C4
21-42
C5
1F
1-18
D4
19-42
D5









AVALIAÇÕES DO 2º BIMESTRE/2011
03/06/2011
Das 7h15min às 9h30min

Turma
Aluno
Número
Sala
3A
1-18
A4
19-36
A5
3B
1-18
B1
19-34
B2
3C
1-17
B3
18-37
B4
3D
1-18
B5
19-37
C1
2 A
1-17
C2
18-40
C3
2B
1-17
C4
18-36
C5
2C
1-17
D4
18-38
D5