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ALUNOS CLASSIFICADOS PARA 2ª FASE DA OBMEP

NOME
SÉRIE/TURMA
PONTUAÇÃO
01   – Cassio Araújo Martins
1º B
08
02 – Adriana Miranda Marques
1º B
07
03 – Stelma Castro de Sousa
1º B
07
04 – Geysa Mirelly de Souza Silva
1º C
08
05 – Andressa Soares da Silva
1º C
07
06 – Debora Cristina Souza dos Santos
1º D
08
07 – Rafaella de Lourdes Santos Ramos
1º E
07
08 – Tainá Araujo Vieira
1º E
07
09 – Daniela Nunes Ramaldes Câmber
1º F
08
10 – Elizabeth Severo Neiva Gomes
1º F
07
11 – Inácio V. da Silva Junior
2º B
09
12 – Alessandro Rodrigues Costa
2º C
07
13 – Liza Horrana Fernandes Gonçalves
3º A
08
14 – Fabiana Nayara de O. Fernandes
3º A
07
15 – Iully Ferreira Campos
3º A
07
16 – Nadielle Baldez de Melo
3º A
07
17 – Brunno Alves Venancio
3º A
07
18 – Layane Araujo da Silva
3º B
08
19 – Bruna Braga Moreira
3º B
07
20 – Thais Gomes Chaves
3º C
08
21 – Joanderson de Souza Santos
3º C
07
22 – Anderson Oliveira
3º D
07
23 – Nadia Gomes de Almeida
3º D
07
24 – Felipe Pinheiro Lourenço
3º D
07
25 – Jorcelio Alves Santos
3º D
07

Duelo de Gigantes


        A Itália dos séculos XV e XVI pode ser considerada um dos berços da Matemática. Palco de inusitadas situações, suas terras abrigavam mercadores, jogadores de cartas, trapaceiros, pessoas comuns e, também, cientistas.
         Uma das principais atrações das grandes cidades eram os desafios realizados em praça pública. Mas, não estamos falando de duelos de bandidos e de mocinhos do velho oeste, mas sim, de duelos de sabedoria e de conhecimento.
 

           Dois cientistas duelavam por horas a fio, defendendo cada um suas ideias e apontando as possíveis falhas dos adversários.
           Hoje em dia, isso parece coisa de quem não tem o que fazer, mas esses duelos renderam grandes frutos e muito contribuíram para o desenvolvimento da ciência que conhecemos hoje.
          Havia, no entanto, uma limitação: todo esse blá-blá-blá precisava ser registrado. A criação de símbolos que simplificassem a anotação de sentenças matemáticas relativas a leis e a relações entre medidas, por exemplo, foram, então, desenvolvendo-se e aperfeiçoando-se.
       A ideia de substituir um número por um símbolo e indicar as operações por sinais foi um processo lento e demorado. Houve um tempo em que os numerais dos 9 primeiros números inteiros eram representados pelas letras do alfabeto grego: a, b, d, e, t... etc., e o sinal de igualdade era representado pela palavra “isos”.
       Fibonacci, Pacioli, Cardano e Tartaglia foram grandes matemáticos que participaram desses desafios.Eles acabaram se juntando para compor uma linguagem simbólica que traduzisse uma sentença dessa linguagem para a linguagem comum.
        Essa nova linguagem não só facilitou e muito a vida dos cientistas, como também deu origem a uma nova ciência: nascia aí a Álgebra.
        Agora, você já imaginou um duelo como esse nos dias de hoje? A troca de informações entre cientistas ainda existe, mas parece que eles deixaram de lado as exposições em praça pública e, hoje, utilizam simpósios, congressos, internet, fórum de discussões etc.

Fonte: http://clickeaprenda.uol.com.br